Xilogravura – História da Xilogravura, Como Fazer


O que é Xilogravura?

Também conhecida como xilografia, a xilogravura é uma antiga técnica chinesa de entalhar na madeira para fazer gravuras e desenhos.

As gravuras feitas utilizando essa técnica produz um relevo, que é pressionado na superfície para transferir o desenho.

Essa técnica requer muito trabalho e cuidado do artesão, pois é uma das técnicas mais difíceis e complexas, principalmente por de ser necessário talhar o desenho inversamente.

Existe a xilogravura de fio e a de topo, da qual altera a parte da madeira da árvore que foi cortada para ser utilizada na produção do desenho.

Essa técnica artística ganhou muita popularidade no Brasil nos anos antigos, e tem fortes heranças até hoje.

Além da utilização de madeira, o artesão pode gravar seus desenhos em azulejo com a xilogravura.


História da Xilogravura

Sendo conhecida no século VI, ela é de origem chinesa, segundo estudos.

Se afirmando fortemente durante a Idade Média, a técnica chegou até a Europa, onde surgiu a técnica de topo e sofreu alguns avanços.

Algumas das evoluções que a xilogravura sofreu na Europa foi a utilização de madeiras mais duras e do buril para fazer a gravura na peça.

Ao fim do século XVII, a produção rápida em massa já era possível, fazendo a técnica se popularizar ainda mais.

Atualmente, ela é considerada antiquada, já que existem meios mais rápidos, tecnológicos e fáceis para fazer uma impressão.

Como fazer xilogravura

Essa técnica é nada mais, nada menos que um marcador, quase como um parente próximo do carimbo.

A sua técnica é entalhar na madeira alguma desenho, utilizando algo cortante para isso.

Quando a imagem já estiver pronta na madeira, é necessário pintá-la e colocá-la em contato com uma superfície.

Por fim, após alguns minutos, tira-se a madeira da superfície e a imagem já estará pronto, precisando deixar secar.

Xilogravura aplicada no Brasil

Como citado anteriormente, ela fez, e ainda faz, muito sucesso no Brasil, principalmente nas regiões Norte e Nordeste.

Seu auge no Brasil foi durante o surgimento dos contos de cordel, que eram ilustrados com xilogravura.

Entre os mais famosos xilogravadores brasileiros, podemos destacar José Francisco Borges e Severino Borges Silva.


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