PostHeaderIcon OS NÚMEROS – HISTÓRIA DE UMA GRANDE INVENÇÃO

OS NÚMEROS – HISTÓRIA DE UMA GRANDE INVENÇÃO

 

a) A pré historia dos números

b) Como o homem aprendeu a contar

c) A invenção da base

d) As primeiras máquinas de contar

e) A invenção dos algarismos

f) Os algarismos gregos e romanos

 

Já pararam para pensar de onde vêm os algarismos?

Como o homem aprendeu a contar?

 

Técnicas primitivas – contabilidade

O homem pré histórico pode praticar a aritmética antes mesmo de ter consciência e de saber o que é um número abstrato

 

Como contar sem saber contar

Exemplo: Grupo indígena : Utilização do corpo humano, acompanhado por gestos correspondentes.

 

Calendário impírico

Utilização do sol e da lua. Utilização de ossos com a cordinha

O corpo humano , origem da aritmética

 

AS técnicas corporais adquiriram tanta importância na história universal da aritmética abrindo caminho para uma verdadeira compreensão dos números abstratos. Sem elas nossos procedimentos numéricos provavelmente não teriam vencido a fase das técnicas elementares de equiparação.

 

Dez dedos para aprender a contar

Daqui originou a base do sistema de numeração

 

A invenção da base

Surgiu a partir do momento que o homem teve acesso a abstração dos números e aprendeu a distinção entre o número cardinal e o número ordinal. Seus instrumentos de contagem (pedras, conchas, pauzinhos, terços de contas, bastões entalhados , nós de corda, etc) tornaram-se verdadeiros símbolos.

Existia outras bases: base cinco, base vintesimal (20 dedos) e a base 60. Os sumérios e os assírios – babilônios utilizavam nas medidas de distância, superfície, volume, dia (dividido em 12 partes) juntamente com o zodíaco (base 12)

 

O nível, o valor, a moeda

Surgiu na época em que os homens viviam em comunidades reduzidas, extraindo da natureza todos os produtos de que necessitavam, havia pouca comunicação entre as diferentes sociedades.

O desenvolvimento se deu através do artesanato e da cultura , e em virtude da repartição desigual dos diversos produtos naturais, a permuta comercial foi aos poucos se revelando necessária.

Acontecia até mesmo entre grupos inimigos. Dessa forma surgiu a necessidade de um sistema relativamente estável de avaliação e de equivalências fundado num princípio (semelhante ao da base de um sistema de numeração) que definisse algumas unidades ou padrões fixos. A importância prolongou para o acerto de problemas jurídicos, como o valor da noiva, o valor do outro, ou o valor do sangue. Utilizava-se “cabeça de gado” . Outros grupos utilizavam-se de grão de cacau, algodão, galinha, ouro em pó (colocado em canudo) carneiro, jumento, cavalo, etc, onde cada qual tinha o seu valor (cauris)

 

As primeiras máquinas de contar

 

a) A mão

Constitui seguramente a mais espontânea concentração natural de recursos a esse respeito contavam-se até 10 bilhões nas duas mãos

Utilizavam-se cordões e cada nó tinha o seu valor representado pelas unidades, dezenas, centenas e milhares.

 

b) Entalhos

Ossos ou pedaços de madeira

 
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